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A comunicação midiática e o Sistema Único de Saúde.

on 18:12
Sábado, 24 de outubro de 2009
O artigo escrito pelo Professor do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais explica o que é comunicação midiática e como está inserido dentro do sistema Único de saúde SUS. A comunicação midiática está voltada para compreensão e o relacionamento entre as pessoas, utiliza como aliada componentes estéticos, simbólicos, políticos e sociais, para alcançar a globalidade do fenômeno comunicacional e sua inserção no movimento de construção da vida social.

No caso do SUS se discute a relação entre as redes de comunicação mídiática dentro do sistema Único de saúde e a constituição simbólica das políticas públicas de saúde. Pudemos observar como a mídia interpreta e configura as relações de poder. A comunicação midiática está relacionada com o cotidiano social e nossa sociedade contemporânea. A instantaneidade da informação gerada pelos meios de comunicação podem induzir os comportamentos.

Os escândalos e as noticias de morte nas filas de atendimento pelo SUS passam a determinar as mensagens geradas pelas mídias sobre o papel do Estado em relação à sociedade. A mídia jornalística trata as noticias da área de saúde de maneira crítica, opinativa e polêmica, de forma que impede a mídia a demonstrar o verdadeiro interesse entre setor público e privado. Pelo campo midiático, o privado também não escapa de críticas, é o caso da falsificação de medicamentos. A mídia apresenta uma cobertura convergente em assuntos que fazem parte de uma dimensão consensual, presente no imaginário social sobre a saúde.

Enquanto política pública, o SUS, deve percorrer um caminho árduo para construção de uma outra imagem que possibilite a participação da sociedade e crie melhores condições para todo o sistema.
Fonte:
Por Simone da Conceição Duarte

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Comunicação estratégica : um exemplo de sucesso.

on 13:32
Sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Boas estratégias de comunicação interna e externa, investimento na gestão e capacitação de pessoal e políticas de valorização do capital humano são a receita para uma empresa alcançar o sucesso... fácil não? Utopia?

Sabemos da importância de todos estes quesitos dentro de uma organização, embora nem todo profissional de Relações Públicas tenha chances de desenvolvê-los, seja por descaso da empresa, seja por falta de recursos ou até mesmo por falta de conhecimento. O fato é que tais ações fazem sim a diferença no clima organizacional, que é refletido diretamente na produção de lucro.

O escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga advogados, um dos maiores do segmento em toda a América Latina, com sede em São Paulo e filiais no Rio de Janeiro, Brasilia, Campinas e Nova York, percebeu a importância da área de Comunicação em seus negócios e conta hoje com uma Diretoria de Gente, que alinhada ao Comitê Diretivo do escritório, participa das principais decisões da empresa.

Marisa Daumichen, Diretora de Gente do Mattos Filho, afirma que a área de comunicação é o ponto forte da gestão de pessoas: "A questão principal é a clareza nas regras, que estão todas dispostas em nossa intranet, além de discussões permanentes para programas como PPR [ Programa de Participação nos Lucros da Empresa ] , ações de voluntariado e incentivo à continuidade da formação de nossos profissionais". São mais de 600 colaboradores beneficiados com a política Mattos Filho, que promove o desenvolvimento pessoal e profissional de seus funcionários através de programas de ajuda de custo para cursos de idiomas, cursos superiores em áreas específicas, congressos e auxílio baby sitter.

A preocupação com o desenvolvimento sustentável também norteia as discussões dentro da Mattos Filho, por isso foi criado um comitê "ECOnsciente" para implantar medidas que visem a preservação do meio ambiente e a reciclagem de papéis, copos plásticos entre outros materiais. Em todos os andares há lixeiras específicas para a coleta seletiva e cartazes de explicação e conscientização aos colaboradores. Além disso, a integração de profissionais com deficiências física e mental, sem que houvesse descaso ou preconceito por parte da equipe, foi um desafio vencido. Há funcionários com tais limitações que ocupam áreas administrativas e operacionais do escritório e que estão completamente integrados aos demais membros das equipes.


Recentemente o escritório também comemorou uma parceria de mais de dez anos com instituições sem fins lucrativos, para as quais prestam serviços jurídicos gratuitos, como o Grupo Meninos do Morumbi, AACD, Ação Solidária Contra o Câncer Infantil ( ASCCI ), entre outros. "A advocacia Pro Bono não é ajuda para amigos, mas um voluntariado desinteressado", afirma Roberto Quiroga Mosquera, sócio diretor do Escritório Mattos Filho Advogados.

Ações como estas geram impactos dentro e fora da empresa. Medidas tomadas em conjunto com a diretoria fazem a área de comunicação ser mais valorizada e ter mais chances de executar projetos bem sucedidos que gerem lucro e reflitam uma boa imagem da organização.


Por Leila Freitas

Visite também:

http://www.mattosfilho.com.br/br/home/index.asp

http://www.analiseadvocacia.com.br/anuario/edicoesanteriores/2007/escritoriosmaisadmirados/index.php

http://revistamelhor.uol.com.br/textos.asp?codigo=12531


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SAP

on 10:19
Quinta-feira, 22 de outubro de 2009


Fundada em 1972, a SAP é líder reconhecida em inovação e crescimento. Atualmente, conta com locais de desenvolvimento e vendas em mais de 50 países em todo mundo.

A meta da SAP é tornar as empresas de todos os portes mais bem administradas. No atual cenário competitivo, as empresas mais bem administradas têm visibilidade de todo o negócio, possibilitando que elas reajam rapidamente com mais eficiência, flexibilidade.

As empresas ao adotarem as soluções SAP, conseguem otimizar o desempenho ganhando agilidade necessária para diminuir a lacuna existente entre estratégia e execução, reduzindo também custos. Os profissionais prestam alto nível de suporte e serviço para ajudar os clientes a obterem o máximo de investimentos em TI e ampliarem o desempenho.

A SAP oferece categorias de parceria para cada área estratégica de negócio e necessidade de cliente, incluindo: educação, serviços, pequenas e médias empresas, software, suporte e tecnologia . A SAP também oferece iniciativas específicas para qualidade de operação e qualidade de implementação. Portanto, não importa qual seja sua área de especialização. Possui também suporte intensivo de apoio na forma de marketing, serviços técnicos, treinamento, vendas e oportunidades de certificações.

Há muito tempo a SAP é reconhecida como líder em iniciativas de sustentabilidade. A empresa trata desse assunto como prioridade estratégica e adota medidas importantes na abordagem dessa questão, tanto com seus clientes quanto em suas próprias operações.

SAP identificou três áreas principais de ação: Foco no engajamento social, Iniciativas de governança corporativa e Metas para redução de carbono.
Importante realçar que depois de analisar seu espaço no ambiente global, a SAP assumiu o compromisso de reduzir em 51% as emissões de CO2 (GHG) até 2020. A estimativa em 2007 foi de 513.000 toneladas.


Veja os resultados de algumas empresas com os projetos desenvolvidos pela SAP.
Vale a pena !
Por Marcelly Gomes da Rocha

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VEJA 40 anos

on 21:50
Quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A VEJA está realizando um projeto para comemorar seus 40 anos com 40 propostas para a contribuição no desenvolvimento do país. "VEJA 40 anos. Indispensável para o país que queremos ser".

A ideia do projeto "40 propostas para o Brasil" é a de que os leitores da revista deêm suas opiniões, sugestões ou ainda, comentem suas experiências sobre os temas abordados, e assim contribuam para que estas propostas sejam publicadas na revista. Além disso, estas ideias serão utilizadas numa outra edição especial, ainda neste ano de 2009, que reunirá todas e depois serão entregues aos principais dirigentes do País.

Este projeto gerou um seminário: "O Brasil que queremos ser", realizado na Fundação Armando Álvares Penteado, a FAAP de São Paulo. Os debates do seminário deram origem aos temas que serão abordados nas 40 propostas, são eles: Educação, Ambiente, Economia, Imprensa, Democracia, Raça, Pobreza e Megacidades.

O seminário teve a presença do editor da VEJA e Presidente da Editora Abril, Roberto Civita que comentou: “Estamos aqui hoje, à luz do dia, principalmente porque nos ocorreu que, em vez de promovermos mais uma festa com discursos relembrando o passado, seria muito mais útil e estimulante passar um dia em companhia das pessoas mais influentes do Brasil debatendo as alternativas para o país que queremos ser.”

Além deste seminário, a revista vem realizando outros encontros em diversas universidades e também abriu seu espaço virtual para o debate entre "especialistas, acadêmicos, universitários e leitores interessados no assunto das 40 propostas", esperando com estas ações receber novas contribuições para este seu planejamento de comunicação.

Em suma, a VEJA pretende que as ideias geradas sejam "o começo de uma discussão racional, suprapartidária e realista a respeito dos entraves que ainda impedem o Brasil de atingir seu potencial pleno de progresso." Além de promover a comunicação entre o público leitor da revista e a mesma, e uma maior divulgação da VEJA e de sua imagem perante o público em geral e os dirigentes do país.

"Participe do futuro do Brasil"
(VEJA 40 anos)
e na Revista VEJA
Por Debora G. Molina

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Reflexos de uma União

on 22:51
Terça-feira, 20 de outubro de 2009
Resolvi postar hoje sobre algo que estou vivenciando. Então não será nenhum texto com tanta base teórica como os que eu vinha postando até então, entretanto trata-se de um assunto também pertinente ao blog em questão.
Trabalho em uma empresa de pesquisa de mercado, que recentemente foi adquirida por uma organização multinacional do mesmo setor. O que eu presencio é um choque entre a união de duas empresas com estruturas totalmente diferentes. Com o pequeno conhecimento que tive até então sobre as mais diversas vertentes que abrangem o ato de se comunicar e se relacionar, consigo analisar na prática os temas abordados em sala de aula, identificando aspectos relacionados ao controle/gerenciamento de situações.

Trata-se de duas empresas completamente distintas, sobretudo em relação ao aspecto estrutural de cada instituição, pois a antiga empresa (a que foi adquirida) trabalhava em sua grande maioria com funcionários fixos (com carteira assinada) e com alguns freelancers (trabalhador sem vínculo empregatício),
enquanto que a nova empresa trabalha de forma inversa, fazendo uso em sua grande maioria de funcionários freelancers, com pouquíssimos (ou quase inexistentes) funcionários de carteira assinada – isso falando da área de pesquisa das duas empresas.

É claro que isso gerou um choque para ambas as empresas, onde uma terá que se adequar à maneira de trabalhar da outra. Nessa situação identifico aspectos relacionados à rede de boatos, ruído nas informações transmitidas, dificuldade dos dirigentes em passar as informações certas da melhor forma possível sem que se gere maus entendimentos, distorções e boatos a respeito de novas imposições desta nova cúpula que nos dirige agora.

Não cabe aqui, falarmos muitos detalhes sobre as estruturas de ambas as empresas, ou então sobre os aspectos positivos e negativos que detecto no gerenciamento administrativo, organizacional e comunicacional desta união. Este foi um post bem simplista sobre uma experiência individual, mas que achei significativo colocar em pauta, afim de chamar a atenção dos demais sobre as possíveis situações que cada um pode estar vivendo em sua rotina de trabalho, para que comecem a analisar as situações de forma diferente, tentando identificar e ressaltar na prática vivida, toda a teoria aprendida em sala de aula.

É muito motivador identificar em nosso dia-a-dia, aspectos positivos e negativos de uma situação, com a qual teremos que lidar, ou melhor, que teremos que comandar, da melhor forma possível, daqui a pouco tempo em nossas profissões. Fiquem atentos!!


* imagem 1 (à direita): Corbis

* imagem 2 (à esquerda): recortada da capa do filme Anger Management, lançado em 2003.



Por Tamires Fontana




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Trabalhando para o Google

on 12:40
Segunda-feira, 19 de outubro de 2009
A empresa Google está dentre as melhores empresas para se trabalhar no mundo, comunidades e sites relacionados a trabalhar na empresa, “eu quero trabalhar no Google”, geram uma curiosidade de quem procura saber mais sobre a empresa, porque toda essa vontade de trabalhar para o Google?
Comecei a pesquisar e descobri que o que Google oferece não é só um emprego, mas um estilo de vida, tendo uma filosofia de estimulo fazendo com que seu funcionário queira passar maior parte de seu tempo dentro da empresa, dando para ele benefícios, liberdade e mordomias inovadoras, colocando-o como se fossem seus clientes em primeiro lugar, assim adquirindo um serviço personalizado para seu cliente externo.
Google acredita que se tem um funcionário estimulado e bem treinado ele escala montanhas de tarefas “sem reclamar”, Eric Schmidt, CEO do Google disse “O objetivo é tirar tudo o que entra no caminho dos funcionários. Nós oferecemos um pacote padrão de benefícios adicionais, mas, além disso, estão refeitórios de primeira classe, academias de ginástica, serviços de lavanderia, salas de massagem, corte de cabelo, lavagem de carros, lavagem a seco, ônibus – praticamente tudo que um engenheiro que trabalha duro pode querer. Encaremos os fatos: os programadores querem programar, não querem levar a roupa na lavanderia. Assim nós facilitamos tudo para que eles façam as duas coisas.”
A forma de pensar da empresa só vem crescendo e trazendo “seguidores”, o Google recebe mais de 3 mil currículos por dia, o estilo de “vida” atraem o desejo de trabalhar na empresa, é obvio que para fazer parte desse modo de vida eles exigem alguns quesitos e o principal é gostar de desafios.
Não é a toa que o Google é considerada uma das melhores empresas do mundo para se trabalhar, sua postura flexível acaba tornando seu trabalho muito mais produtivo para a empresa.
O Google teve uma grande postura de cultura coorporativa, fazendo que se torne possível seus funcionários não terem só um bom emprego, mas um excelente estilo de vida.
Todas as empresas deveriam adquirir essa postura, pensar que seus funcionários são pessoas e que investir em pessoas traz resultados, tornando o trabalho mais rentável.
Assista o vídeo para entender o "estilo de vida" da Google:
video

Imgem retirada do site: http://www.google.com.br/
Vídeo retidado do site: http://www.youtube.com.br/

Por Juliana Chaves


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A trajetória da Comunicação Empresarial no Brasil

on 10:39
Domingo, 18 de outubro de 2009
Hoje a comunicação organização é tida como parte importante e essencial de uma organização para que ela interaja e se integre com seus públicos. Mas nem sempre foi assim.
Antes da década de 70 as empresas não possuíam um departamento de comunicação integrado, se importavam apenas com a propaganda e a publicidade. Em 1967 foi fundada a Aberje, por editores de jornais e revistas empresariais. Foi também o início dos cursos de comunicação no Brasil.
A década de 70 foi marcada pela “implantação de uma cultura de comunicação nas empresas”. As empresas começam a enxergar a importância da comunicação entre elas e seus públicos estratégicos.
Com a redemocratização política no Brasil (o fim da ditadura militar), os anos 80 foram importantes pois as empresas passam a perceber que a comunicação deve ser planejada. Em 1985 a Rodhia elaborou uma Política de Comunicação Social para a “abertura de suas portas”. Essa inovação marcou a Comunicação Organizacional brasileira, pois foi a primeira empresa que mostrou na prática esse novo conceito. Esse case foi considerado o primeiro bem-sucedido, transparente e com total compromisso.
A partir de 1990, “o conceito de Comunicação Empresarial se refinou: ela passou a ser estratégica para as organizações (...). Deixou de ser um mero conjunto de atividades, desenvolvidas de maneira fragmentada, para constituir-se em um processo integrado que orienta o relacionamento da empresa ou entidade com todos os seus públicos de interesse”. Esse novo perfil de comunicação passou a ser previamente planejado e recrutar profissionais capacitados para exercê-la.

Fonte: Aulas de Comunicação Organizacional - Professora Cláudia Rebechi

Livro: Comunicação Empresarial: Teoria e Pesquisa. Wilson da Costa Bueno. Editora Manole. Ano 2002. (Capítulo 1: Comunicação Empresarial na Sociedade da Informação: Tendências e Desafios).

Por Lívia Schoupal Gil Berrocal




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